quarta-feira, 7 de abril de 2010

A história dos professores anticristãos e a história dos professores éticos

por Claudiomar Ferreira de Medeiros Filho 


Não! Não vou contar duas histórias! Vou, diante de alguns relatos chegados a mim, apresentar a diferença entre o que geralmente se vê nas salas de aulas da disciplina história quando atuam professores anticristãos e professores éticos. Em tempo: Para que não haja imprudente generalização, os professores anticristãos a que me reporto aqui são aqueles que usufruem de sua posição para impor goela abaixo nos alunos, seu ateísmo e seu sentimento contrário a Jesus e sua Igreja. Da mesma forma, os professores éticos de que falo são aqueles que trabalham com isenção.

Ultimamente tenho sido indagado por alguns alunos desejosos de ouvir a versão da Igreja em questões históricas que têm sido a eles apresentadas de forma inesperada por diversos professores de história e filosofia de cursinhos e faculdades de nossa cidade.
Eis que é notória a discrepância entre a história dos professores anticristãos e a história dos professores éticos. Vejamos em considerações postas em paralelo, em termos gerais e como eles se apresentam:
  • A história dos professores anticristãos é manca, provém apenas de livros de historiadores anticristãos que, tristemente, indicam ser a imensa maioria dos profissionais desta área. Mas, o número aqui não faz a verdade. Já a história dos professores éticos busca também ver historiadores éticos, os quais por serem isentos, não mutilam suas consciências. Não se enganam, nem enganam os alunos. E trazem em suas obras aquilo que descobriram pela ciência histórica e não aquilo que desejam que fosse verdade.
  • A história dos professores anticristãos é oportunista. Ela utiliza um fato ou alguns fatos e os generalizam como sendo a verdade cabal. Já a história dos professores éticos é paciente, incansável investigadora, reconhece o time vencedor e coaduna-se à sua vitória.
  • A história dos professores anticristãos é fraca. Não aprende em livros de outras línguas, somente naqueles manuais em português que são maciçamente apedrejadores da Igreja.
  • A história dos professores anticristãos não sabe diferenciar o significado de infalibilidade do significado de impecabilidade. A Igreja não erra naquilo que não pode errar. Mesmo assim, seus membros podem pecar.
  • A história dos professores anticristãos é temerosa em não conseguir convencer outras cabeças, se alvoroça e perde as estribeiras quando encontra pela frente alguém que conhece a história que eles tentam esconder. A dos éticos é sapiente e sensata: buscam o verdadeiro conhecimento e dele não têm medo.
E para aqueles que insistem que estou inventando, é bom ler alguns historiadores e autores que cito a serem consultados: João Bernardino Gonzaga, Carlos de Laet, G. K. Chesterton, Régine Pernoud, Rino Camillieri, Jean Giraud, Agostino Borromeo, Pio Benedito Ottoni, Donoso Cortes, Daniel Rops, Gladstone Chaves de Melo, Estevão Bettencourt, Henrique Hello, Gustavo Corção, Orlando Fedeli, Felipe Aquino, Plinio Corrêa de Oliveira, John Henry Newman, Carlo Guinsburg, Henry Kamen, Bethencourt, Thomas Woods, Franz Funck Brentano, J. Huizinga, Grousset...

Ah, não os conhecem? Eu já imaginava!


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