sábado, 19 de fevereiro de 2011

Ciência ontem e ciência hoje


por Claudiomar Ferreira de Medeiros Filho

O homem, em sua incessante busca de respostas acerca de si mesmo e do mundo que o envolve, sempre foi produzindo conhecimento, o qual foi deixado como legado a cada geração que se sucedia: surgiram as ciências.

A filosofia configurou-se como a mãe das ciências. Seu contributo à humanidade desde os mais remotos tempos de registro histórico é inestimável. O conhecimento humano como um todo provou historicamente de um desenvolvimento natural e ordinário. Porém, nos dias hodiernos, mais efusivamente após a Revolução Francesa, as ciências humanas têm provado de certa evolução que não condiz com a forma natural com que se desenvolveram em todas as épocas.

Eis que o homem foi levado a ter inúmeros anseios e a habitar em um mundo permeado de valores pós-modernos que se contrapõem à ideia de um mundo regido por Deus.

Dessa forma, a ciência, em seu amplo desenvolvimento, veio dar possibilidades para estabelecerem-se tantas vertentes teóricas e teses pré-concebidas, e supostamente pré-comprovadas, para sustentar um discurso que responda a tais anseios e que, fazendo-se crer que, enfim, se progredira no conhecimento. Esse pseudoconhecimento avançado que se desvencilha dos alicerces da filosofia e que desmerece a herança trazida pela cristandade rompe com a ciência de tempos remotos. E o homem, levantando a bandeira de uma desejada ciência livre, na realidade produz uma ciência incoerente e libertina. Essa ciência à maneira do mundo moderno é uma falsa ciência.

A tateante aventura humana de projetar um cientificismo descristianizado e descristianizador apenas desfavorece a evolução da verdadeira ciência, que não teme provar Deus - o qual, por sua vez não é incompatível com a verdadeira ciência.

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